domingo, 16 de dezembro de 2018

No esplendor da nossa Divindade



"Ouve-se repetir muitas vezes que a liberdade é o bem mais precioso! E que lutas os humanos travaram e ainda travam para a conquistar! Muitos até sacrificarem a vida por ela. Mas, quando ficam livres, o que é que eles fazem? Dir-se-ia que essa liberdade lhes pesa, que eles não sabem o que fazer com ela.

Agora, que já não têm contra quem ou quê combater, que já nada os impede de se deslocar, de agir, de exprimir as suas opiniões, eles aborrecem-se e, para se distraírem, metem-se em grandes enredos. Quantas vezes não se tem visto isto? A liberdade é a melhor das coisas, mas com certas condições.

Quereis ser livres? Perguntai primeiro a vós próprios o que fareis com essa liberdade. Para que vos servirá poder ir e vir livremente se transportais pensamentos, sentimentos e desejos que vos atam de pés e mãos e que acabarão por vos pôr na cama?

A única liberdade que vale a pena conquistar é a liberdade interior: ela é que vos permitirá descobrir as verdades essenciais de que necessitais para vos orientardes e serdes apoiados na vida. Todas as maravilhas do céu e da terra estão em vós e em vosso redor… mas, para as ver, para as compreender, precisais de ser livres, interiormente livres."

Mais um texto de Omraam Mikhaël Aïvanhov que nos faz refletir e que nos coloca a questão da Liberdade, tema que até hoje, muito políticos e intelectuais abordam como sendo o direito base devidamente consagrado nos Direitos Humanos, mas sempre concebido de uma forma superficial e até leviana. Aliás, a propósito da Liberdade muitas atrocidades se têm cometido no Planeta em seu nome e contra o próprio Ser Humano.

Verdadeiramente a Liberdade do Ser não se conquista com revoluções ou com o derrube dos ditadores, mas sim com o fim do desejo e da ambição materialista. Pois toda a Liberdade socialmente conquistada exige responsabilidade de acordo com as normas vigentes e socialmente aceitáveis. Por exemplo: se eu desejar matar alguém eu não posso ter a liberdade de o fazer e ficar impune. Eu só sou verdadeiramente livre se simplesmente não desejar matar ninguém.

Mesmo quando desejamos a prosperidade e abundância na nossa vida, se nos fixamos meramente nas suas respetivas formas materializadas baseadas nas crenças e mitos que temos, obviamente que depois ficamos sempre presos à responsabilidade que elas nos possam gerar. Por exemplo: se eu desejar ter muito dinheiro, pois isso corresponde à minha crença de abundância, então depois tal vai-me deixar preso à responsabilidade de o gerir, saber onde o aplicar e a mantê-lo em sítio seguro sem se desvalorizar ou ser roubado.

Agora se desejarmos a prosperidade e a abundância de uma forma imaterial, então estamos a desejar sentirmo-nos assim: prósperos e pleno dos atributos que a alma necessita, e disso já não temos qualquer responsabilidade, pois são atributos da própria alma, como forma de atingirmos a felicidade.

Na prática isso corresponde a eliminar os desejos e as ambições materiais, pois elas são consequências naturais da aplicação da Lei da Atração quando nos sentimos assim. Ou seja, penso e sinto-me pleno e feliz e estarei a atrair todos os recursos que necessito para que me continue a sentir-me como tal. Já pensaram nisso? 

É por isso que o autor do texto nos diz que a única liberdade que vale verdadeiramente a pena conquistar é esta liberdade interior de sentir todas as maravilhas do Céu e da Terra em nós próprios, ou seja, no esplendor da nossa Divindade. 

Por isso sintam-se sempre profundamente Amados para que possam sentir a presença do Ser Divino que vos ama sempre incondicionalmente dentro de vós.

Fiquem bem...

(A Mónada)

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

A Senda


Todos os dias
Renasço para
Um Mundo Novo
Que se cria a cada segundo
No batimento
Poderoso e Amoroso
Vindo do mais profundo
Do Coração da Mãe Terra
Alinhando o meu corpo
A esta doce Vibração
Centro o meu olhar
Para lá de tudo
O que aqui reconheço
Entro na estrada do Intemporal
E apenas sinto o apelo daquela Luz
Que me chama
Percorro numa Paz profunda
Este Caminho
E a cada passo
Encontro centenas
De irmãos que o percorrem
Num silêncio contemplativo
Recriando em cada olhar
A beleza indescritível
Dos roseirais coloridos e orvalhados
Que mais parecem
Pinceladas do Criador
Neste cenário tão belo
Cruzam-se ainda
Uma diversidade de aromas
Que de forma inebriante
Acariciam o meu Coração
Desperto assim o AMOR em mim
Sentindo profundamente
A fusão de todos os Corações
No Coração Universal
Morada do Amor Incondicional
É este o Caminho
Que percorro
A cada momento de mim
Só assim afasto
As pedras do Caminho
Para que ele se torne
Mais fácil de percorrer a cada dia
Até alcançar a Nova Morada.

CONVIDO CADA UM A PERCORRER ESTE CAMINHO A MEU LADO. QUE A PAZ ESTEJA CONTIGO EM CADA PASSO DO CAMINHO.

Fiquem na minha Paz

EU SOU A VOZ DO CORAÇÃO

EU SOU

MARLIZ

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

MARIA a MADALENA


Por vezes tem sido possivel sentirem em vós um novo batimento cardíaco..., um batimento doce que vos faz sentir Amorosamente inibriados, e ao qual se entregam de corpo e alma.

Por isso venho dizer-vos, que chegou a hora de me manifestar de forma ínequivoca, transmitir que esse novo batimento vai passar a ser permanente em vós, digo manifestar, porque na Verdade nunca me separei deste Amado Planeta, nem daqueles que o habitam.

Apesar de sempre vos terem incutido de diversas formas, que estavam sós, abandonados ao vosso destino, separados da Fonte inesgotável de AMOR INCONDICIONAL, que é a energia de Mãe/Pai, porém essa não é a Verdade, esse AMOR sempre esteve, dentro dos vossos Corações, embora que para muitos adormecido, pois deixaram-se envolver por outras energias opostas à Luz, que assim o mantiveram, dificultando o seu despertar.

Mas isso terminou, o planeta é agora receptor, de Energia emanada da Fonte Que Tudo É, energia Pura e Harmoniosa, que está agraciando cada Coração que habita este Amado planeta.

Assim, tudo se está equilibrando, segundo a Divina Ordem, realçando a importância da harmonia entre o feminino e o masculino, claro que vai haver algum atrito entre estes dois polos, mas nada receiem, é normal, nunca tinham estado em equilibrio, mas tudo está no caminho certo, e no tempo certo, é só compreender, é só aceitar, que tudo se complementa, que Tudo é UNO.

Assim, há muito que envolvo energeticamente este planeta, aguardando o momento de despertar em vós, abraçando em AMOR toda a Humanidade, acarinhando cada SER, no calor do meu regaço, tentando amenizar essa inquietude que vos atormenta e que se manifesta, por vezes de forma tão dolorosa, transmutando todo o vosso sofrimento através do meu Coração.

Mas isso faz parte do passado, EU SOU a Nova Energia, que abraça este planeta, EU SOU a LUZ, EU SOU Aquela que vos levará do Coração da Mãe Terra, até ao Coração de Mãe/Pai, para que aí finalmente em Paz e Amor permaneçam eternamente.

É hora de abrirem a Câmara Secreta dos vossos Corações, entreguem-se e deixai que o meu AMOR acenda definitivamente a vossa Chama Interna que Iluminará o vosso Caminho, na Humildade, na Verdade, na Paz e no Amor Incondicional.

Manifestai em MIM a Alegria do Mistério da Vida.

EU SOU O CAMINHO A VERDADE E A VIDA.

EU SOU O AMOR EM MOVIMENTO DENTRO DE CADA SER.

EU SOU A VERDADE MANIFESTADA DE CRISTO JESUS ATRAVÉS DOS TEMPOS E POR TODA A ETERNIDADE.

EU SOU MARIA a MADALENA.


Fiquem na minha Paz

EU SOU

MARLIZ

domingo, 2 de dezembro de 2018

O Perdão Cura


Mas falar de Cura é também falar de doença. E afinal o que é a doença? A doença surge quando existem em nós desequilíbrios energéticos, surge primeiro nos corpos mais subtis, e só mais tarde se manifesta no corpo físico. Doença e Cura são termos que se referem aos estado das pessoas e não à condição dos seus órgãos. O corpo nunca está totalmente doente ou totalmente saudável, porque nele se expressam as informações da consciência.

São os sintomas físicos, que nos levam `tomada de consciência, que algo no nosso interior está em desarmonia, motivado por um elemento irritante, que necessita de ser identificado e erradicado, para que nos possamos manter num estado saudável.

Assim, como poderemos chegar à Cura? Poderemos dizer que a Doença e a Cura são conceitos gémeos, que apenas interessam à consciência, visto que na verdade o corpo nunca está doente ou saudável, como já foi referido, ele apenas é o que é, e só reflecte os estados de Consciência. Assim só poderemos chegar à Cura, integrando em nós aquilo que nos está a faltar, assim a Cura nunca é possível sem expansão da Consciência.

Poderão pensar o contrário, mas não poderemos considerar a doença como um entrave ao nosso Caminho, muito pelo contrário a doença, pode ser considerada como o caminho que qualquer Ser Humano pode seguir no Caminho para Cura. Quanto maior for a nossa Consciência, maior será a nossa capacidade para percorrer o Caminho, e entendermos que não devemos combater a doença, deixando crescer em nós, muita raiva, revolta, que só nos irá minar o nosso Coração, tornando-nos pessoas frias, distantes e de difícil trato. Devemos usar a doença como factor de compreensão e crescimento, para a vivência da nossa missão neste planeta em constante evolução.

Tendo em atenção, o que foi escrito nos parágrafos anteriores, podemos perceber, que a nossa forma de agir no dia a dia perante os outros e perante nós mesmos, muitas vezes não é a mais coerente, assim como, o turbilhão de formas pensamento, pelo qual nos deixamos invadir, e que em muitos casos, transferimos para os outros através dos diversos tipos de relacionamento, deixando por vezes nuns e noutros, marcas dolorosas que nos acompanham para toda a vida, provocando desarmonia interior, que mais tarde se manifestará em doença física.

Caminhamos assim de forma inevitável para a Cura Interior, através da vivência do Perdão, sem Perdão nem podemos falar de Cura. O verbo Perdoar vem do latim PERDONARE, cujo significado é conceder ou dar, podemos concluir que é um acto de doação, pelo qual aquele que exerce o acto de perdoar, age por livre e expontânea vontade, fazendo uma doação de AMOR, esquecendo definitivamente aquilo que o magoava. Parece até fácil de pôr em prática! Mas não se iludam, tornando o acto de perdoar em algo de pouca importância, por trás desta pequena palavra existe muito sentimento e uma grande importância espiritual. O Perdão é uma das chaves para a Cura Interior, por isso se não passarmos pela experiência de Perdoar, não poderemos ser Curados.

Podemos considerar a falta de Perdão em nós, como factor corrosivo para o nosso Coração, que com o passar do tempo, fará com que morram em nós todos os afectos. Podemos concluir que a falta de Perdão, é um acto contra nós mesmos. Trabalhar em nós o Perdão não é nada fácil. Faz parte de um longo processo, através do qual teremos de mostrar muita força de vontade e muito Amor por nós e pelo próximo, para que o consigamos praticar nas nossas vidas com toda a VERDADE e HUMILDADE.

MAS PARA QUE A CURA SE TORNE NUMA REALIDADE, AQUI E AGORA, TEREMOS DE USAR A CHAVE MESTRA NO NOSSO DIA A DIA ABRINDO O CORAÇÃO AO AMOR UNIVERSAL.

Fiquem na minha Paz

EU SOU A VOZ DO CORAÇÃO

EU SOU

MARLIZ

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Vida Espiritual


"Mesmo que isso exija longos estudos e grandes esforços, não é muito difícil trabalhar em domínios nos quais se pode ver, ouvir, tocar, saborear e cheirar com os órgãos dos sentidos físicos. Ver, ouvir, tocar, saborear e cheirar no plano espiritual é muito mais difícil. E é precisamente porque os humanos vivenciam o seu mundo interior como um espaço em que não têm referências, um vazio em que têm medo de se aventurar, que eles se agarram aos objetos e às realizações do mundo físico.

Mas ter medo não leva a nada. É preciso estudar, é preciso conhecer as leis, é preciso exercitar-se, e depois lançar-se no vazio, simbolicamente, com a certeza de que não é possível perder-se ou entrar em queda.

Na vida espiritual, o vazio não existe; é o nosso mundo interior ainda não explorado que é um vazio. Mas, à medida que se começa a explorar esse vazio, descobre-se a plenitude. Sim, e o único vazio que ameaça realmente o ser humano é aquele no qual ele cairá fatalmente enquanto acreditar que o mundo físico pode responder a todas as suas necessidades, a todas as suas aspirações."

Um texto de Omraam Mikhaël Aïvanhov que nos ajuda a refletir sobre a forma como levamos a vida.

Somos humanamente muito materialistas e mesmo aqueles que se arrogam viver a espiritualidade fazem-no, como nos refere o autor deste texto, sempre com os referenciais do mundo material e assim acabam por se transformar em religiosos mais ou menos presos a crenças e dogmas que as respetivas igrejas, ou quem as governa, determinam que sejam verdades indiscutíveis. É assim que se desenvolvem os fanatismo que levam até a matar em nome de Deus.

Assim, um dos princípios desta NAVE e de quem tem viajado connosco, é de que a única verdade que existe é a que revela o interior de cada um, ou seja, aquele que parece vazio numa primeira abordagem, mas que é pleno de sabedoria. Assim, nunca desejamos que os nossos leitores acreditem no que escrevemos. Antes porém preferimos que sintam em vossos corações como ressoam as nossas palavras e, se elas aí tiverem eco, é porque são verdades para eles.

No fundo a vivência da espiritualidade não é seguir o que os outros dizem ou apregoam, mas antes seguir sim, o que  diz o nosso coração perante tudo o que formos percepcionando com os nossos sentidos. De preferência sem usarmos os filtros das nossas crenças e mitos, pois eles vão sempre deturpar o que devemos atentamente observar e sentir.

Mas normalmente temos medo, como também refere o autor do texto, de que tal não nos leva a nada em termos práticos, pois estamos tão ocupados nas nossas vivencias sensoriais que achamos que tudo o que possa existir no nosso interior é mera fantasia sem qualquer valor. Daí o vazio que inicialmente se sente quando se começa a meditar e que faz tanto medo.
Porém quando nos apercebemos da riqueza do mundo interior e se com base na sabedoria que lá podermos encontrar, conseguirmos dar um entendimento diferente a tudo o que passa no mundo externo, aí sim, teremos um novo olhar, muito mais expandido e muito mais amoroso, para com tudo e todos os que nos rodeiam.

É isto a que se chama uma consciência expandida. É isto que nos foi proposto por todos os Avatares Divinos que encarnaram como terrenos, mas que teimamos em não querer seguir. É a isto que se chama viver a nossa espiritualidade.

Renasce para a tua vida Espiritual. Descobre quem afinal és. De onde vens e para onde vais, e qual é o propósito desta tua vida encarnada.

Só assim poderás evoluir. Só assim te sentirás sempre profundamente Amado e Abençoado pelo nosso Criador.

Fica bem...

(A Mónada)

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Quantos medos?


Quantos medos temos ainda?... Medo da perda, do desconhecido, da mudança, das conturbações sociais ou económicas, do fracasso, da rejeição, da incompreensão, de perder o emprego, de ficar sem dinheiro, da escassez, da morte, do medo. É impressionante esta listagem que peca por não ser exaustiva.

Mas se repararem bem o medo primordial é mesmo o medo de morrer e sobretudo da forma como vamos deixar este mundo. Reparem que posso ter medo de ser assaltado, por exemplo, mas no fundo o que temo mesmo é a morte. Na verdade, o ser humano, quando nasce, tem uma única certeza: a de que um dia vai morrer. Poderia dar outro qualquer exemplo mais rebuscado, mas bem lá no fundo iremos dar ao mesmo... A Morte.

No entanto, se encaramos o simples facto de que a morte é algo tão pessoal e individual como o nascimento e aceitarmos a morte como a outra face da nossa vida, então tal trará uma paz interior sublime uma vez que ficamos conscientes de que o máximo que nos pode acontecer é o ter de passar esse portal dimensional, tal como o já fizemos no nascimento quando entrámos na vivência da fisicalidade.

Para além do medo da morte, existem outros como o medo da rejeição que não é mais do que o medo de não ser amado. É muito natural que tal possa ser devido à nossa infância. A criança tem uma forma diferente de descodificar o mundo relativamente ao adulto. Ela é só sensibilidade, não tem as protecções da racionalidade. Para ela, é muito difícil esse viver, principalmente durante os seis, sete primeiros anos. Reparem que nas nossas vivências pouco ou quase nada nos lembramos dessa fase pois precisamos de nos entorpecer para não voltar a sentir essa dor de não ser amado, no entanto elas retornam através do medo da rejeição.

A partir do momento em que, como adulto, aceitarmos que alguns não tem que nos amar (porque a criança quer ser amada por todos), podemo-nos trabalhar e permitir convivermos com essa ideia de que nem todos têm de nos amar. Não temos que ser perfeitos. Somos o que formos. Alguns podem gostar, outros não.

O medo da falta ou perda da abundância está muito ligado também a problemas familiares ou de infância. A criança não sente falta de bens materiais se ela for nutrida amorosamente por ambos os pais. O medo da perda da abundância, na verdade, bate no medo da rejeição e na insuficiência amorosa vivida na infância.

Há medos que vêm de vidas passadas. Como sabem, uma grande parte das memórias dolorosas são de encarnações passadas. A partir do momento em que tenham alguma vivência que traga reminiscências disso, entram naquela zona do passado outra vez. Esta zona de medo ancestral vem através de pensamentos que se chamamos de pensamentos de fundo ou de nível subconsciente.

Fazendo uma comparação, é como se estivéssemos num palco onde actuam os actores e, por trás dele, houvesse outro palco, com outra peça, como um teatro de sombras. Assim são os pensamentos de fundo; eles vêm do passado. As pessoas sentem esse medo na forma de um temor, um mal-estar e dizem: não sei o que é... só sei que estou com medo. Este medo tem de ser trabalhado através da meditação e recorrendo ao nosso Eu Superior.

O medo também pode ser incutido por formas pensamento do inconsciente colectivo. O homem é o que ele pensa, e a o Homem moderno pensa com medo. Milhares de temores fazem parte do seu dia-a-dia. O que se vê na televisão ou lê nos jornais são factos atemorizantes, o que nos fazem achar que estamos vivendo num mundo totalmente caótico. Os media jogam muito com o poder hipnótico que essas notícias exercem nos nossos corpos de dor.

Essas formas de pensamentos de medo ficam penduradas ao redor de nós como se fossem enfeites de uma árvore de natal e acabam impregnando-se e alimentando o nosso corpo emocional da dor.

Ao ganharmos consciência da vasta lista de medos que temos podemos ir trabalhando-os com a nossa criança interior. O processo é o da visualização criativa e para cada um deles mostremos à nossa criança interior que não tem que ter medo pois ela é eterna e não pode morrer. Logo ter medo de quê? Mimem essa criança que há dentro de todos nós e tragam à Luz da Consciência o Ser Divino que todos somos.

Vivam no AMOR e na LUZ pois onde tal existir não existe o medo.


Fiquem bem.

(A Mónada)