domingo, 25 de setembro de 2016

A importância do corpo físico na vivência da espiritualidade


"A espiritualidade não consiste em menosprezar ou em descurar o corpo físico, mas em fazer dele o instrumento do espírito. É por isso que o Ensinamento da Fraternidade Branca Universal dá inúmeros métodos para a purificação e a regeneração do corpo físico. Os atos mais naturais, mais quotidianos e indispensáveis à vida, como respirar, comer, beber, lavar-se, caminhar, dormir, falar, podem, assim, tornar-se ocasiões para fazer este trabalho de regeneração graças ao qual o nosso espírito adquire, cada vez mais, o poder de se manifestar.

Contudo, ter métodos não é suficiente. Também é necessária uma consciência esclarecida para compreender a sua razão de ser e saber como aplicá-los. Os métodos, só por si, não bastam, pois são apenas ferramentas. As palavras ou os gestos que se repete só libertam o seu poder se se lhes atribuir um conteúdo, e atribuir-lhes um conteúdo supõe uma filosofia. Os métodos são válidos desde que sejam suportados num pensamento, e é desejável aprofundar bem esse pensamento."

Mais um excelente texto de Omraam Mikhaël Aïvanhov que nos alerta para a necessidade de mantermos o nosso corpo físico mas melhores condições possíveis, enumerando diversos métodos para a sua purificação e a sua regeneração. Cuidar do corpo é pois um compromisso connosco mesmos se quisermos elevar no nosso espírito e viver em plena comunhão com o Alto.

O corpo físico encerra em si mesmo toda uma engenharia bioquímica e bioenergética perfeita para suportar uma vida humana com uma duração enorme. Porém isso exige de cada um uma consciência de todos os ensinamentos que ele mesmo encerra e nos pode transmitir. Compete-nos por isso dar-lhe toda a atenção possível.

Desde há muito tempo que o Oriente desenvolveu inúmeros métodos para tal. Nas ancestrais artes marciais podemos encontrar diversas formas de manter e até melhorar o fluir da nossa bioenergia, tais como: O Tai-chi, o Chi-kung e outras até mais conhecidas e frequentadas hoje em dia no mundo ocidental. Todas elas se elas têm por base a plena integração do Ser como filosofia de base.

O corpo não pode ser saudável sem que a mente o seja também. A mente por si mesma não consegue ser saudável se as emoções que sentimos forem predominantemente negativas e muito apegadas  ao mundo material. O corpo emocional não se consegue curar sem uma plena vivência de uma espiritualidade que o ilumine, o que por sua vez depende da nossa boa saúde física.

Na metafísica aprendemos que toda a doença é resultante de bloqueios energéticos graves no âmbito dos corpos mental, emocional e espiritual. Por si mesmo, cada doença encerra um ensinamento de mudança sem a qual ao corpo não consegue regressar ao seu equilíbrio hemostático. No entanto, por mera ignorância, muitas vezes não lhe damos a devida atenção a apreçamo-nos, com auxílio clínico, a tratar do sintoma em vez da sua verdadeira causa.

Assim, como refere o autor do texto, há que dar toda a atenção aos nossos pensamentos e fazer com eles uma verdadeira bênção para os outros e para si.

Cada um de nós escolhe em cada momento os seus próprios pensamentos, que por sua vez geram emoções. Consoante essas emoções o nosso corpo responde com estados físicos e vibracionais que podem suportar uma religação com as diversas Entidades de LUZ.

Lembra-te  por isso de cuidar do teu corpo e de não realizares com ele coisas insensatas. Não cometas excessos que se manifestem depois contra ti mesmo. Liberta-te de todos os vícios, mesmo daqueles que consideres inofensivos e sobretudo dos que possam conduzir comprovadamente à doença.

Ama-te pois só amando-te e sentindo-te sempre muito amado é que poderás viver uma verdadeira espiritualidade.

Só o AMOR te salva. Só através do AMOR conhecerás o caminho para a Ascensão.

Fica bem...


(A Mónada)

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Dor e Sofrimento

Um velho homem percorrendo as tortuosas veredas da vida, encontrou um dia um jovem muito triste, lamentando-se da sua má sorte e da sua vida cheia de dor e sofrimento. Cheio de compaixão o velho convidou-o para tomarem em conjunto um lanche à beira do lago que havia ali por perto, para ver se o animava.

Então, enquanto comiam e olhando para o saleiro, pediu ao jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal num copo de água, misturasse bem e a bebesse.
– Qual é o gosto? – perguntou-lhe o velho.
– Muito mau. – disse o jovem franzindo o rosto de desagrado.

O velho sorriu cheio de ternura e pediu ao jovem que pegasse em outra mão cheia de sal e o lançasse para o lago. Pediu-lhe depois para apanhar um pouco da água do lago, com o copo, e a bebesse.

Enquanto a água escorria pelo queixo do jovem, o velho voltou a perguntar-lhe:
– Qual é o gosto?
– É bom! – disse o rapaz.
– Sentes o gosto do sal? – Perguntou o velho.
– Não – disse o jovem.

Então ele sentou-se ao lado do jovem, pegou na sua mão e disse-lhe:
– A dor na vida de uma pessoa é inevitável. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Tal como quando puseste a mesma quantidade de sal na água do copo ou no lago o sabor era diferente. Então, quando sentires essa dor, a única coisa que deves fazer é aumentar a percepção das coisas boas que tens na vida.

Com o coração a transbordar de amor o velho sábio continuou:
– Deixa de ser apenas um copo. Torna-te num imenso lago.
Assim verás que não saborearás o sofrimento, embora saibas que a dor está lá... nesse teu imenso lago de coisas boas que tu és.

Nesta história que aqui vos trouxe, adaptada de um conto oriental de autor desconhecido, o velho sábio dá-nos uma lição de como encarar a adversidade. Sabemos que a vida não tem só coisas boas nem coisas más. Sabemos que nada acontece por acaso. Assim, a nossa vida é uma permanente lição para co-criarmos em AMOR.

Neste caso o velho sábio ensina-nos como podemos transcender e transmutar a nossa dor, para que ela não se transforme em sofrimento. O sofrimento existe quando a dor nos remete para formas de pensamento obsessivas e recorrentes. Quando nos focalizamos nessa mesma dor, nada mais conseguimos ver ou ouvir.

A libertação dá-se quando, ao vivenciarmos a dor no presente, no "agora", valorizamos tudo o que temos de bom. Assim, tal como diz o velho sábio:
Torna-te num imenso lago... e eu acrescento: de AMOR.

Fiquem bem.

(A Mónada)

sábado, 17 de setembro de 2016

A Tua tarefa é AMAR

Tantas vidas, para aprender o sentimento mais doce que já alguma vez existiu... e que se resume numa pequena e simples palavra, «AMOR», mas cujo conteúdo, é de tal forma abrangente que ultrapassa tudo o que tu possas imaginar, no ponto onde agora ainda te encontras.

O AMOR é a base de toda a Criação, ele está em Tudo e em Todos, só que por vezes ainda vacilas, deixas-te confundir, pelas diversas opiniões sobre o Amor que chegam até ti, sentes-te até diminuido perante outros, porque te fizeram acreditar que falar em Amor ou senti-lo, por ti, por alguém ou por algo que te rodeia, faz de ti, um(a) piegas ou até um piroso(a), menos homem ou menos mulher como se diz por aí...

Pois!... Mas esses que te querem fazer acreditar nisso. Não têm o Coração aberto à LUZ DO VERDADEIRO AMOR, portanto desconhecem-no, não sabem do que falam, por isso não te deixes iludir, sente a voz do teu Coração e segue o Teu caminho.

Deixa que te transmita algumas palavras sobre essa Força Sublime que te move e que por vezes teimas em não aceitar.

E como introdução, já dizia a poetisa: «AMOR É FOGO QUE ARDE SEM SE VER»

É verdade que desde o início de toda a Criação te envio a cada momento este Fogo de MIM, que mantém a chama do teu Coração em plena actividade, é ela que te tem acompanhado ao longo das tuas Vidas, fazendo com que possas experienciar o AMOR em todas as suas possibilidades, sustentando a tua Alma na sua evolução para a Ascensão.

Mas ela só se manteve verdadeiramente activa naqueles que não fecharam o Coração a este FOGO divino. É então tempo depois de todas as aprendizagens que registaste no teu percurso, de olhares em teu redor, e expandires todo o Teu AMOR que é o MEU em Ti. Não sintas qualquer receio, é simples o que tens de pôr em prática.

A TUA TAREFA É AMAR.

Partilha o AMOR onde quer que estejas. Ama de forma simples traduzida na inocência das atitudes, desinteressadamente. Amar é DAR, não coisas materiais, mas sim dar-se a si próprio ao seu semelhante, nas pequenas coisas da Vida, um sorriso, saber escutar o outro, um beijo , um abraço, enfim ajudar a entender o Caminho e os desafios que são colocados para o percorrer.

Agora que já tens conhecimento desta poderosa Força, doa-te, abre o Coração cada vez mais, porque o MEU FOGO vai ser cada vez mais intenso, e quanto mais deres, mais irás receber do mesmo em abundância, e assim a tua vida será Plena de AMOR.

Tenho a certeza que agora que sabes como é bom viver em AMOR não te sentirás jamais diminuído perante ninguém, por sentires e expandires o mais Belo Sentimento Universal.

ACOLHE ESTE FOGO QUE É O AMOR EM MOVIMENTO E ESTARÁS SEMPRE EM MIM.

Agora deixo-te um poema simples mas Sublime como só o AMOR sabe ser. Espero que te faça vibrar o teu Coração e o desperte na Pureza destas palavras.

(Este é um poema de Emmanuel psicografado por Chico Xavier)


«Alma

gémea de minha alma...
flor de luz de minha vida...
sublime estrela caída...
das belezas da amplidão
quando eu errava no mundo...
triste e só, no meu caminho,
chegaste, devagarinho,
encheste-me o coração...
vinhas na benção das flores
da divina claridade,
tecer-me a felicidade
em sorrisos de esplendor!!!

És o meu tesouro infinito,
Juro-te eterna aliança,
porque sou tua esperança,
como és todo meu amor!

Alma gémea de minha alma,
se eu te perder algum dia...
serei tua escura agonia,
de saudade nos seus véus...
se um dia me abandonares,
luz terna dos meus amores,
hei-de esperar-te entre as flores,
da claridade dos Céus».


Fiquem na minha Paz ...

MARLIZ

terça-feira, 13 de setembro de 2016

A Beleza do Ser que És


De um ponto de vista físico todos nós somos energias vibrando onde a essência cropuscular da nossa existência só pode ser comprovada pela estatística. Assim sendo, os nossos sentidos captam como matéria densa a energia vibratória dessa essência cropuscular, que na prática não existe, mas que nos prende enquanto seres de LUZ que somos.


Nesta encarnação nós escolhemos vibrar a um determinado nível baixo e denso que nos permite experienciar uma fisicalidade, até agora nunca explicada cabalmente pelos físicos, mas que nos permite criar obras espantosas como se fossemos Deuses menores nesta dimensão.

Para explicar o Tudo, os físicos chegaram a modelos matemáticos baseado em 11 dimensões, no entanto as suas teorias necessitam de ser demonstradas. Nós, Seres Humanos densos, apenas temos a percepção de 4 dessas dimensões, se contarmos com as 3 dimensões espaciais e o tempo.

Agora tu que viajas regularmente nesta NAVE já começas a ter a noção da tua dimensão interior e logo quando mergulhas em ti e te deparas com a percepção do teu corpo, entendes que a tua consciência se reparte por cada uma dos milhões de células que o integram. Só a partir daí é que consegues entrar nos corpos mais subtis que caracterizam a expressão do teu poder criativo.

Sim, sempre que tu sonhas, tu projectas uma obra criada em termos de energia consciêncial. Sempre que tu pensas, tu projectas energia das palavras mesmo que não prenuncies um único som. Estas energias podem densificar-se, seja através das tuas acções, modelando os desejos e os sonhos que sonhastes, como podem permanecer no plano mais subtil da imaterialidade da não existência consciente. No entanto a obra da criação deu-se no momento em que conscientemente tu produziste um pensamento ou um sonho.

Tu que lês este texto és um co-criador mesmo que nada faças de concreto. Tu és um ser pensante e tudo o que criares em teu pensamento pode materializar-se. O terreno da criação é a Psique do Ser Consciente que habita em ti. É esse éter não material que habita nos diversos corpos em que te exprimes.

Tu és parte de um vasto campo consciencial existente, que com um imensamente grande AMOR incondicional criou a multiplicidade de Universos físicos e não físicos existentes onde parte de ti se desdobra e existe. Tu és este ser maravilhoso que se manifesta parcelarmente através de toda a obra da criação.

Este campo unificado consciencial é DEUS e por definição dessa mesma unidade tu és igualmente Deus, ainda que te julgues só e desamparado… ou até mesmo perdido na Vida.

Tu és um filho de DEUS muito amado que com ele crias em múltiplas dimensões tudo o que existe.

Sentires-te pequeno e impotente é uma ilusão
Sentires-te triste e sozinho é uma ilusão
Sentires-te desamparado e rejeitado é uma ilusão
Sentires-te irritado ou agressivo é uma ilusão
Sentires-te abatido ou perdido é uma ilusão
Sentires-te doente e sem energia é uma ilusão…

Tu és co-criador de tudo o que existe e um Ser muito Amado por Mãe/Pai de quem fazes parte integrante… Só que já te esqueceste.

Vá tu aí ergue-te e caminha em direcção à tua Luz, para que encontres a LUZ Maior de DEUS.

Reconhece-te como Ser Multidimensional em Ascensão.

Sente-te profundamente amado.

Fica bem

(A Mónada)

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Dor


"Dor" - palavra comum e quem não a conhece, tenha ela que significado tiver, visto que ao longo dos nossos dias podemos experiênciar diversos tipos de dor.

Como forma mais conhecida e menos abstrata, podemos dizer, que a Dor é um fenómeno, que atinge todos seres de uma forma integral e multidimensional, que envolvem aspetos físicos, sensoriais e emocionais.

Por isso, quando referenciamos, aquilo que é considerado uma pequena dor, o que na verdade pode ser apenas isso, mas pelos comportamentos e atitudes que vimos assistindo no decorrer dos dias verificamos, que o seu significado pode ser bem mais profundo, na maioria dos casos, por trás, existem motivos de grande complexidade, que para a maioria dos seres ainda não foi atingido o grau de percepção necessário que lhes permita descodificar o sentido dessa dor, seja ela de que índole for,  como tal, também não foi reconhecido e consciencialmente trabalhado para que possa ser absorvido e consequentemente eliminado do nosso rol de sensações e comportamentos vivenciais e do nosso próprio crescimento espiritual.

Podemos dar diversos exemplos, do que nos vai acontecendo e vem sendo comentado por uns e por outros:
- Hoje tenho uma dor nas costas, que nem aguento! Sabes hoje senti uma dor tremenda quando percebi que não tinha procedido bem com um amigo… Pensando bem no percurso da minha vida, verifico agora a dor que sinto por ter perdido a oportunidade de ter perdido, tantos possíveis começos, em troca de meras ilusões. Sinto uma dor enorme, que não me larga, quando percebo a injustiça que ainda reina neste Mundo. Sinto uma dor tão grande, que vem do mais profundo do meu Ser, não sei a sua origem, nem a que vida pertence, mas ela reflete-se agora em mim. Será a minha Alma que não aguenta mais tanta dor?

Finalmente temos que ter em conta algumas considerações que se calhar nem nos lembramos de colocar a nós próprios:
- Será que todas estas situações, serão mesmo situações de dor verdadeira? Pois é aí que falhamos a maior parte das vezes, sem consciência das situações, porque na verdade, e na maioria dos casos , tratam-se de testes, (as ditas pedras no caminho), e muitas vezes desafios para que sejamos encorajados a fazer novas experiências na vida, que neste momento são importantíssimas para esta hora de mudança. Por isso estejamos atentos, bem ligados ao nosso Interior para percebermos sem enganos aquilo que realmente temos a fazer, e não nos deixarmos ir em falsos sofrimentos que só nos desviam  do nosso progresso, pessoal e espiritual.

A hora é de introspeção, até à chegada do Portal Maior, não se deixem envolver em falsos medos, recolham-se procurem a Paz e aproveitem para aumentar o vosso auto conhecimento, ele vai ser muito útil para vos ajudar nas escolhas perfeitas.

E sintam esta grande Verdade!

A MAIOR DOR É AQUELA QUE SENTIMOS QUANDO NÃO CONSEGUIMOS SER.

Fiquem na minha Paz

EU SOU A VOZ DO CORAÇÃO

EU SOU

MARLIZ

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Ser como as Crianças


"As criancinhas possuem uma forma de clarividência e, quando olham para as pedras, as árvores, as flores, os animais, os humanos, vêem entidades que se deslocam entre eles e neles. Elas sentem mesmo, também, que essas entidades vêm ao seu encontro e lhes falam; são como amigos que as visitam.

Mas, muito rapidamente, a ligação entre a criança e o mundo invisível é rompida pelos adultos e por todo o ambiente materialista, assim como pelo facto de o intelecto e outras condições psíquicas entrarem em jogo. Pouco a pouco, elas passam a ver a Criação unicamente como uma justaposição de existências com as quais não têm qualquer comunicação, já não percepcionam as vibrações subtis pelas quais elas se relacionam umas com as outras. Os discípulos de uma Escola Iniciática exercitam-se precisamente para desenvolver esta sensibilidade ao lado subtil, vivo, da Natureza."

Texto de Omraam Mikhaël Aïvanhov.

É muito interessante ver uma criança de 4 anos a brincar, já expressando em palavras o que a sua “imaginação” constrói. Para nós adultos é apaixonante a potencial de criatividade que aquela alma ainda quase em bruto consegue desenvolver.

Quando lhes lemos uma história elas ainda têm a capacidade de tudo absorver sem qualquer filtro, ao que nós chamamos de “ingenuidade”, para além de captarem a história não pelas palavras que utilizamos mas pelas imagens que elas sugerem. Todas as crianças têm essa capacidade impressionante de visualizarem tudo o que lhes contamos e recriarem essa mesma história de acordo com o seu estado emocional.

Se experimentarem conduzirem uma criança numa meditação guiada poderão confirmar a facilidade com que elas vêem diversas entidades com quem interagem, de uma forma pura e não formar como se tratassem de amigos que os visitam e que com quem podem brincar.

Quando adultos, muitos de nós perdemos esta capacidade de visualizar e de recriar o nosso mundo interior, considerando-o como assumido e imaginário e o ambiente externo, o mundo das formas, como real e que tem de ser conquistado e controlado. Deixamo-nos iludir pelo o ego que construímos e nos impomos e sobretudo pelos apegos que daí advêm. Por tudo isso sofremos horrivelmente a vida inteira.

Há que aprender com as crianças, não a ser ingénuos, mas sim a ser simples e íntegros com a nossa consciência e a nossa alma. A isto se chama ser cândido e simples.

Na medida em que nos formos exercitando, através da meditação e da visualização criativa, a nossa sensibilidade ao lado subtil, vivo, da nossa Natureza, mais perto ficaremos da nossa alma e da sua expressão plena. Melhor nos posicionamos para responder aos seus desígnios e corresponder ao propósito maior da nossa vida. Deixamos naturalmente o Mundo do sofrimento e recomeçaremos a ser tão felizes como as crianças o são, antes de serem condicionadas pelos adultos.

Não nos esqueçamos por isso dos três principais atributos da alma ao expressar-se que são: a candura, a doçura e a elegância.

Vivamos então como criancinhas, deixando que a nossa alma se exprima e tome conta das nossas vidas… onde o AMOR e a FELICIDADE são tão importantes para a Vida como o ar que respiramos ou os alimentos que ingerimos.

Fiquem bem…

(A Mónada)