domingo, 19 de maio de 2019

Transição Planetária


Estamos a entrar numa fase de evolução da Humanidade única. Em breve o processo de revelações vai ser incrementado e por isso permitir que muitos mais pessoas comecem a despertar e a expandir as suas consciências.

Uma das vertentes que já se conhece é a tomada de consciência por via intuitiva de outras realidades paralelas onde a nossa alma também evolui, ainda que seja por via de outras situações que são desconhecidas. Como exemplo ainda na passada noite de 5 para 6 muitas pessoas, das mais intuitivas sentiram-se mal, com uma sensação de quase morte, sem que tal se justificasse. Souberam mais tarde, por via gnóstica, que os seus fractais de alma em outra realidade haviam desencarnado por via de um enorme tsunami que teve origem numa colisão tectónica entre placas continentais algures no Atlântico norte na zona das Canárias/Madeira.

Por outro lado é a própria astrologia que aponta para um quadro planetário que propicia um período positivo para rever tudo, mesmo o que se acha bem estruturado e seguro, mas que pode não estar. 

Por outro lado há que ter em atenção à forma como se comunica podendo tornar-se por vezes bastante contundente tendo em atenção a extrema sensibilidade e suscetibilidade em que em geral a humanidade se irá encontrar. E é através desta extrema sensibilidade que igualmente possam surgir momentos intuitivos que determinam insights importante.

Há que ter em consideração igualmente os sucessivos alinhamentos específicos entre Marte e Júpiter que poderão em muitos momentos acirrar ânimos competitivos e até desavenças, não só no contexto familiar, mas também entre países, sobretudo no contexto das economias à escala global. 

Se entretanto conjugarmos todos estes aspectos com o facto de que a 20 de Julho iremos atingir a data preconizada por Chico Xavier como sendo a DATA LIMITE (veja o filme clicando no link) relativamente à qual Sananda havia conseguido a extensão de 50 anos a partir da chegada o primeiro homem à Lua que ocorreu exactamente a 20 de Julho de 1969, para que a humanidade evoluísse e saísse de um paradigma belicista e competitivo para uma nova vivência social e económica mais cooperante e solidária.

É um facto que houve progressos e que não se desencadeou a terceira guerra mundial que muitos predisseram, no entanto a paz planetária está longe de ser uma realidade e a desnuclearização tarda em acontecer. Assistimos mesmo, nestes últimos tempos ao recrudescimento do armamento nuclear nomeadamente de regimes políticos totalitários como são os da Coreia do Norte e do Irão onde uma decisão discricionária e desmesurada poderá ditar uma guerra altamente mortífera e destruidora do equilíbrio planetário.

Se juntarmos a isto, o facto de termos feito ainda muito pouco pela despoluição do ambiente, tratamento dos lixos, eliminação dos plásticos que vão causando alterações climáticas, extinção de diversas espécies animais e pondo em causa inclusivamente o equilíbrio e a sustentabilidade do planeta para garantir a manutenção da vida e abrindo caminho à nossa própria extinção, então poderemos estar na iminência de um momento singular.

Ninguém pode antever nada em concreto, no entanto o período pós 20 de Julho e até ao final do ano, é bastante propício a que algo aconteça.

Por parte daqueles que já despertaram e têm vindo a expandir a sua consciência há que estar preparados e bem centrados para que possam sentir o que possa acontecer e assim ajudar no regaste de consciências. O momento não é de medo mas sim de grande confiança e fé pois tudo o que acontecer está previsto e devidamente ponderado no contexto do Plano Divino e será sempre para o bem supremo das nossas almas.

Por isso sintam-se em profunda Paz e Amor em União com Pai/Mãe.

Fiquem bem.

(A Mónada)

domingo, 12 de maio de 2019

A Evolução do Ser


"Que relação existe entre a serpente e a pomba? Elas representam os dois aspectos opostos da mesma energia: a energia sexual. A pomba é precisamente a serpente sublimada. Ela ensina-nos que tudo aquilo que rasteja no solo pode, um dia, tornar-se capaz de se lançar nos ares e voar.

A serpente representa a força sexual primitiva, e ela é muito manhosa! Como está escrito no Génesis: «A serpente era o mais manhoso de todos os animais dos campos que Deus fizera.» É impossível enumerar todos os meios a que os humanos podem recorrer para escapar à serpente, mas ela apresenta e arranja as coisas de tal forma que, na maior parte das vezes, acaba por triunfar. Alguém diz: «Eu não sucumbirei à tentação, resistirei...» Mas, como não previu a cilada que a serpente seria capaz de lhe lançar, no último minuto cai nessa cilada. E continuará a cair até conseguir transformar nele a serpente em pomba, isto é, transformar o amor humano em amor espiritual, que o arrancará à terra e o fará conhecer a liberdade dos espaços infinitos."

Neste texto Omraam Mikhaël Aïvanhov aborda a nossa natureza terrena. Já em outras culturas e religiões, por exemplo no hinduísmo, a serpente representa esta mesma energia que lhe chamam de Kundalini, como sendo o poder espiritual primordial ou energia cósmica que jaz adormecida no Múládhára Chakra, ou chakra da raiz, e que serpenteando e subindo vai activando os potenciais de consciência dos nossos 7 Chakras.

Conta a lenda que a energia serpenteante da Deusa Kundalini shakti está enrolada 3 voltas e meia na base do chakra da raiz e que a evolução de cada ser humano é metaforizada pelo caminho que esta faz ao encontro do seu muito amado Shiva. No caminho ela terá de activar cada um dos 7 chakras desencadeando no Ser a consciência divina que o conduz à iluminação plena.

Esta energia, como refere o autor, é a que nos liga à Terra. A pomba representa o Ser Divino a que nos ligamos e a que pertencemos… A Serpente sendo manhosa, no entanto é a energia que nos permitirá Ascender.

Reconhecer a manha da serpente que há em nós significa auto-conhecimento e só através do auto-conhecimento é que conseguiremos, através da experiência, evoluir. Ceder às tentações é humano, mas reconhecer essas mesmas tentações, aprender com os erros e avançar no caminho do amor incondicional é Divino e representa o nosso propósito Maior.

Só quando a nossa consciência se tiver expandido, ao ponto de entendermos o que ela significa na imensidade do Infinito, então sim, chegaremos ao nosso destino, mas para isso teremos de através da densidade transcendê-la e transmutá-la num imenso Oceano de AMOR.

Estar na nossa vida terrena mas com a consciência do Ser Divino que somos é um importantíssimo passo. Precisamos agora de através do AMOR trazer o Divino que já mora em cada um de nós para todas as actividade do nosso dia-a-dia.

És capaz de, vivendo o teu agora, percorreres o teu caminho sempre ligado à Suprema e Amorosa Consciência de Mãe/Pai? Quando o fores então transformaste-te num AVATAR e serás a manifestação de Deus na Terra.

Eu sei que um dia lá chegarás...

Sente-te profundamente AMADO.

Fica bem

(A Mónada)

domingo, 5 de maio de 2019

Sarah e o seu velho medo...



"Sarah era uma mulher da Nova Era, iluminada. Percebeu como tomar a responsabilidade da sua vida e, para tal, tinha que encontrar a razão para estar no planeta. Para isso, perguntou aos seus guias como procurar o "seu lugar ao sol" (o lugar onde sentia que tinha que estar) e deram-lhe uma boa informação.

Compreendeu os processos e dispôs-se a co-criar o que sabia ser a sua paixão, a sua razão de vida. Sarah desejava ser parte da rede ecológica do planeta - ajudar a melhorar a Terra e todos os que nela habitavam. Assim, através de uma "janela" que se abriu de repente (coincidência?), teve a oportunidade de pôr esse desejo em acção.

Esta "oportunidade" surgiu em forma de emprego, numa companhia que trabalhava com sistemas ecológicos sofisticados; um assunto que lhe interessava imenso e que lhe fazia sentir que podia fazer algo de diferente, para muitas outras pessoas.

Devido ao seu novo emprego, tinha que atravessar a cidade, todos os dias, para ir trabalhar num confortável escritório, onde tinha possibilidade de cumprir o objectivo da sua vida.
- Esta é a razão por que aqui estou. - reconhecia. Sinto-me realmente apaixonada pelo meu trabalho!

Sentia-se alegre e em paz. Quando começou a trabalhar, tudo estava óptimo, excepto uma coisa. É que, ao encarnar para vir a este planeta, Sarah veio com medo a locais fechados e pequenos. Para chegar ao seu trabalho tinha que apanhar o Metro... duas vezes por dia. Era uma experiência que a paralisava.

Cada manhã, ao entrar no Metro, sentia-se fundir, lentamente, com o seu próprio medo. Ficava ansiosa, agarrada ao poste, com a mão suada e o coração a bater violentamente, durante os vinte e cinco minutos que demorava o trajecto até ao seu maravilhoso emprego.

Passado um mês, Sarah falou com os seus Guias e, penosamente, admitiu:
- Isto assim não pode ser. Tenho que arranjar outro trabalho.
Os guias perguntaram-lhe:
- Então, como é isto possível? Não co-criaste exactamente a situação que pediste? Isto não é uma vitória?
- Não posso continuar neste emprego devido ao meu medo aos locais pequenos e fechados – respondeu Sarah. Fico com o dia todo estragado! Apanhar o Metro, todos dias, duas vezes por dia... ir e vir…
- Sarah... e que tal se eliminarmos o medo em vez do emprego? - sugeriram os guias.
- Hum... não sei - duvidou Sarah. Há trinta e cinco anos que tenho medo dos locais pequenos.

Este emprego só o tenho há um mês...

Como vêm, Sarah estava comodamente instalada no seu medo. Era como um velho sapato, um velho amigo, algo que lhe era familiar, que sempre ali estava. E, tal como um velho sapato pode ser feio e estar todo deformado mas é usado há tanto tempo, esta era a última coisa que podia lembrar-se de mudar.

Comentário final do escritor

Esta é, mais uma vez, uma história verdadeira. A Sarah existe. O seu medo aos locais pequenos, o trabalho e o problema em si, são verdadeiros. Com certeza que o alegrará saber que a Sarah enfrentou os seus medos - todos os dias utiliza o Metro em paz e alegria, para chegar ao seu maravilhoso emprego.

Houve, no entanto, uma altura em que duvidou que pudesse consegui-lo. Dizia a si mesma:
- Ora! Sempre tive este problema psicológico. Como pode ele desaparecer? Isso é pedir demasiado!

Sarah decidiu, finalmente, que o seu emprego era mais importante do que os seus medos. E, quando isso aconteceu, descobriu também, e com grande surpresa sua, que a intenção de anular a sua claustrofobia era recompensada por Deus, com resultados quase imediatos. Da mesma forma que a sua mente estava preparada para criar medo aos lugares fechados… também tinha disponibilidade e capacidade para o anular. E, ao agir assim, tomou o controlo da situação.

Mas, que conceito!"


Mais uma parábola, a sexta do 4º Livro do Kryon (Lee Carroll), que nos ensina como o medo nos pode paralizar e como muitas vezes nos tornamos comodistas até perante a sua própria existência na nossa vida.

Será que estamos prontos para os superar e nos superarmos na vida? Até que ponto velhas crenças se assumem como forma de camuflar os nossos mais profundos receios? Há por aí alguém que se assuma como não tendo medos?

Fiquemos pois pensando e sentindo a energia desta bela história verdadeira de Sarah e tentando dar entendimento ao que estamos apegados para não realizarmos a nossa missão e o nosso propósito desta Vida.

Entretanto fiquem bem...

(A Mónada)

terça-feira, 30 de abril de 2019

A Cura - Pelo Mestre Hilarion


Eu sou o Mestre Hilarion, venho aqui hoje falar-vos, sobre a forma como se podem curar e manterem-se curados:

Primeira regra, é sentir vontade, há muita gente que não tem vontade de se curar, e ter vontade não chega apenas dizer que se deseja, é preciso fazer algo, é preciso dedicar o seu foco de atenção ao seu próprio processo de cura, encontrar uma disciplina e executar as tarefas que forem necessárias. A maior parte das pessoas deseja curar-se, pois não se encontram bem, mas também esperam que tudo lhes venha descendo dos Céus, esperando simplesmente que tudo aconteça. Se eventualmente o Céu lhe concedesse essa graça, ela nunca iria valorizar a cura, nem a saúde, eventualmente enquanto graça obtida.

A segunda é ter fé, e ter fé logo à partida é necessário congregar três atributos que já conhecem: acreditar que a cura é possível, confiar que ela aconteça, e entregar-se ao processo que conduz a essa cura, sabendo que tudo o que é possível fazer já está a ser feito. 

Mas, se a primeira não chegava, a segunda também pode não chegar, falta a terceira regra, talvez a mais importante de todas, que é o Ser (e isto ainda é pouco praticado) visualizar-se curado, a realizar a sua vida normal já curado, e verificar o que aconteceu entre o momento em que foi detetado o processo de mal-estar que conduziu à doença e o processo de pós-cura. Se entre um e outro houver alguma alteração que permita a evolução da Alma Humana, nem que seja uma ou duas oitavas de Luz, Deus, o Conselho Cármico e os Anciãos dos Dias com certeza que não deixarão de conceder o milagre da cura a essa pessoa.


Volto a repetir as três regras fundamentais, primeira é ter vontade, a segunda é ter fé, a terceira é a transformação. Ou se quiserem, dito de uma forma mais fácil de entender, a mutação que operaram.


Não se esqueçam nunca, pois isto é fundamental. O milagre da Cura física só acontece se tal for para o Bem Supremo daquela Alma, e não só, e das almas afins que com ela se relacionam, pois mesmo que aquela Alma possa não evoluir, nem sequer uma oitava de Luz,  mas se todas as outras podem, então o milagre da cura pode acontecer. Pode-vos parecer ser quase impossível que não haja qualquer evolução daquele que está doente, e de fato assim é, pois as almas evoluem por contágio, por envolvimento umas com as outras. Se uma alma sobe uma oitava de Luz as outras que estão a sua volta, de alguma maneira, sofrem influência pela positiva e não pela negativa. Mas mesmo assim se tal acontecer, coloquem-se no papel de Deus e saberão a escolha que Ele fará e a que deveriam fazer. 

Não se esqueçam que todo o processo de cura à partida é uma Graça Divina, mas só pode ser concedida em função das escolhas e do livre arbítrio de cada um, Deus está em cada um, Deus é o seu Ser Sagrado.

Isto exige também  um  trabalho  de auto-conhecimento,  e de  técnicas de auto-conhecimento que o Ser deve aprender, realizar e disciplinar-se para que o faça todos os dias continuadamente. 

Algumas dessas técnicas já vos ensinei anteriormente, por exemplo: não terminem o vosso dia sem um exame de consciência, 3  ou 4 minutos bastam,  mesmo antes de dormir, encostem-me,  sintam-se e examinem-se desde o principio até ao fim desse dia. Sintam como o vosso espirito, a vossa mente, e as vossas emoções evoluíram ao longo do dia. Analisem os “porquês?” tirem as vossas conclusões, entreguem-se a Deus, disponibilizem-se para aprender com aquilo que se passou e depois, pedindo ao vosso anjo da guarda a sua proteção, já se podem deixar dormir.

Não é nada complicado meus queridos, é uma boa disciplina e um bom trabalho. Para que se habituem a fazer o vosso exame de consciência é necessário que o façam sem ser de uma forma bruta (sem julgamentos ou punições) mas antes recolham apenas a informação de observação necessária, para que a possam, posteriormente, levar junto ao vosso Eu Superior, em Meditação, e com ela realizarem todo um processo alquímico de evolução e aprendizagem que seja possível fazer.

Se queres ser um verdadeiro Curador aprende a fazer milagres. Por isso, como só acontecem milagres com a Graça Divina, tens de aprender a sentir Deus em ti, tens de aprender a confiar em Deus em ti, tens de ser Deus em ti, e esta última etapa é a mais difícil.

Adeus meus queridos até uma próxima vez, obrigado pela vossa atenção, continuaremos a falar deste assunto.


Grande abraço de Luz, Amor e Cura para todos vós…

Mestre Hilarion

(Canalizado pel' A Mónada)

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Quem não pede não Ouve Deus...

Pedir a quem? A Deus? Aos Anjos? Ao Mestre?

Diz o velho ditado popular: Quem não Pede, não ouve Deus... Se não te permites ter objectivos, missão, ambições, desejos então és como um barco que anda à deriva e não sabe para onde ir. Ter objectivos, desejar e encontrar um propósito é algo tão essencial como a própria Vida.

Pedir a Deus é o mesmo que decretar para nós mesmos que queremos que algo nos aconteça e que desejamos que tal se manifeste num dado momento. Assumir a responsabilidade e as consequências, das nossas escolhas bem como destes nossos pedidos, é algo que também temos de aprender.

Cada um de nós é Deus manifestando-se na matéria.
Aceitem isso de uma vez!!!
Assumam isso!!!.

Só assim conseguem ver-se livres da ilusão de que o acaso acontece e de que tem de existir um culpado para todo o mal que nos aflige.

Pedir no entanto pode dar-nos a doce ilusão de liberdade, uma vez que nos parece isentar da responsabilidade desse mesmo acto, ao transferir para Deus a tarefa de nos conceder o que lhe estamos a pedir. Não sei se esses pedidos assim realizados têm o eco desejado.

O que vos posso dizer é que eles terão muito mais impacto se forem sentidos, visualizados e amados a partir do nosso Ser mais profundo. A
í nesse terreno sagrado onde a Paz e o Amor incondicional imperam, nesse enorme Campo de LUZ, ao plantarmos as sementes do desejo, elas atingem uma escala Cósmica encontrando um solo fértil para germinar e rapidamente crescer e multiplicar-se, pois aí estão no imenso Campo Unificado da Consciência Universal onde tudo está interligado e tudo é UM só. Aí as sincronicidades acontecem sem haver nenhuma dependência do espaço e do tempo.

Pedir assim é algo extremamente poderoso.

Se o que pedimos estiver alinhado com os desígnios maiores da nossa alma e no que dela depender, então estou certo, que ele se realizará, pois toda a energia do Universo irá assumir uma dinâmica muito própria para que tal aconteça. Nessa altura olhamos para o que nos foi concedido e achamos que foi um Milagre.

Há quem diga que para que esse Milagre aconteça é necessária muita fé. De facto assim é!

Então, perguntarão alguns, porque é que o meu desejo não se realiza se tenho fé?

É que ter fé não é simplesmente acreditar pois isso não passa de uma crença, e é muito pouco neste processo. Ter fé é ter a certeza que o nosso desejo será atendido, tudo acontecendo pelo melhor, mesmo que não se venha a concretizar.


É sentirmo-nos gratos e abençoados em todas as circunstâncias.
É entregar e confiar.
É estar perfeitamente ligados e sintonizados com a dinâmica UNA da Consciência e Energia Universal.

Por isso pedir... pedir... é mesmo muito importante que o façamos... mas com esta consciência:

Pedir a Deus, é AMAR e co-criar com ELE.


Peçam... Peçam sempre... Ao vosso Anjo! Ao Mestre! À Hierarquia que vos acompanha!

Mas peçam sempre com o vosso coração transbordando de AMOR.


Fiquem bem...

(A Mónada)

sábado, 20 de abril de 2019

Redenção de Jesus



Ao celebrar-se a Páscoa, todo o Mundo cristão volta os seus olhos para a morte e ressurreição de Jesus. Porém a Igreja Católica olha normalmente esta episódio da vida de Jesus como um supremo ato de Amor de Deus ao entregar o seu filho, Jesus para o suplício da Cruz, para a remissão de todos os pecados.

Porém, sendo nós igualmente filhos de Deus e Unos com Jesus, este sacrifício não faz propriamente muito sentido, pois o Amor do Pai e a sua infinita Misericórdia poderia manifestar-se de qualquer outra forma. Até parece que Deus precisaria, com este sacrifício de seu filho muito amado, de justificar todos os erros que o Homem, de forma inconsciente comete, contra si mesmo e contra o Planeta.

Deus enquanto LUZ suprema não precisa de semelhante ato de redenção.

Porém o Homem precisa de aprender o sentido do verdadeiro valor do amor incondicional que tal ato representa, assim como a lição de Fé que elimina totalmente o sofrimento Humano, superando todas as dores, mesmo as mais cruéis e bárbaras, como as que foram praticadas contra Jesus.

Vejamos pois que toda a paixão de Jesus se resume a um profundo ato voluntário de Amor incondicional para com toda a Humanidade passada e futura, por toda a Vida manifestada na Terra e por toda uma nova forma de estar e ser na plenitude da Consciência do Pai. Para tal entregou-se e submeteu-se a um conjunto de atos injustos e bárbaros comummente aceites naquela sociedade, naquela altura, como boas práticas de política, de religião, de justiça e regras de comportamento social. 

Por outro lado é uma espantosa lição de Fé ao entregar-se por completo ao destino que o Pai lhe tinha confiado. 

Quantos de nós somos capazes de fazer o mesmo ainda hoje?

Normalmente assumimos como sinónimo de ter Fé somente o acreditar na existência de Deus e de uma vida espiritual. 

Quantos de nós somos capazes de confiar nos desígnios que Deus, através do nosso propósito de vida, e não se revoltar contra qualquer contrariedade que nos surja na vida? 

Se calhar muito poucos ou meramente aqueles que já tenham uma clariconsciência de tal forma evoluída que lhes permita ver para além da adversidade, o que têm de aprender. Agora, a entregar-se por completo nas mãos do Pai, ao reconhecer tudo isto como um propósito de desenvolvimento da sua própria alma. Bom aí será exclusivamente para os eleitos e é Divino.

Esta é verdadeiramente a lição da redenção pela Fé e pelo Amor ao Pai que se manifesta em cada um, a partir da sua própria essência. Perante este Amor e Fé não há dor que cause sofrimento. Pois todo o sofrimento é transmutado em puro AMOR na consciência UNA que tudo é.

Mas Pai que é Pai, não necessita que seus filhos muito amados lhe demonstrem tal obediência, amor ou fé. São os próprios Homens que precisam de aprender a obediência para poderem por ordem nas suas vidas. São os Homens que precisam de saber e viver o Amor Incondicional para poderem aprender a verdadeira unidade e fraternidade Universal. São os Homens que precisam de saber viver na Fé com a sua própria essência Divina, para que um dia se possam assemelhar a seu Pai e assim conviver no sua Unidade e expandir todo o Seu Poder de Criação.

Esta é a verdadeira redenção de Jesus, o que Ele seguramente quereria que nós aprendêssemos do seu testemunho e exemplo.

Sintam-se muito amados nesta época Pascal.

Fiquem bem

(A Mónada)