quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Hino à tua Presença


Quero beber em ti
O Amor que tudo transcende.

Procuro-te...

Na imensidão do Azul
No orvalho do Verde
Na frescura da Transparência
No âmago da minha Essência

Aqui És

Coração que bate
Ao ritmo
Da doçura
Do aconchego
Do Amor

És a LUZ que me ilumina
No Caminho Dourado
Para a Paz

MERGULHEM NESTE PRESENÇA, PACIFICANDO TODO O VOSSO SER.

Fiquem na minha Paz

EU SOU A VOZ DO CORAÇÃO

EU SOU

MARLIZ

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Controlo da Mente


A mente é um corpo maravilhoso que foi disponibilizado ao ser humano para exercer livremente o seu processo criacional, realizar as suas escolhas e assim produzir tantas maravilhas no plano físico no mundo das formas. Sem ela seria impossível ao Homem ser um criador.

Porém também a utilizamos para nos condicionarmos e limitarmos. No entanto, no nosso mais profundo intimo encontraremos sempre a escolha mais certa em cada momento.

Esta mente é subjugada muitas vezes pelos nossos instintos, pelas nossas necessidades mais imediatas ou pelo menos as que julgamos ser necessidades. Ela também se suporta nas nossas crenças e mitos. Se por exemplo decidiste fazer uma dieta para libertares o teu corpo do excesso de peso e das gorduras nefastas e acontecer que, num determinado momento, vislumbras um delicioso doce ao qual não resistes, de início parece-te bom mas a prazo tomas consciência que os seus açúcares se vão transformar em mais gordura e isso vai fazer-te sentir mal e comprometer os teus objectivos. Um outro exemplo pode ser o de uma atração sexual momentânea que conduza a um caso furtuito e que pode por em causa um casamento de alguns anos, provocando dor e sofrimento afinal a quem amamos. 

Assim, há que ter em consideração que a mente normalmente escolhe a satisfação e o prazer imediatos sem medir as consequências e o impacto dessa escolha na satisfação e na felicidade a longo prazo.

Viver no Aqui e Agora não significa satisfazeres e submeteres-te aos desejos de uma mente egoica imediatista que não mede as consequências para ti e para os outros. Não significa sacrificares os teus objectivos e o teu sentir mais profundo em função de uma necessidade imediata que afinal não passa de um instinto ou de um apelo de quem não se ama o suficiente.

Porém a melhor maneira de controlares essa mente mais imediatista, não é resistir-lhe e muito menos negares a sua existência, pois isso nunca o conseguirás fazer pois o instinto e as memórias condicionantes estarão sempre presentes nas tuas escolhas nem que seja de forma inconsciente. A melhor maneira é aceitá-la tal como ela se apresenta para que possas ganhar consciência de como ela funciona e assim poderes decidir de outra forma.

Experimenta tentar utilizar uma mente maior, aquela que estando acima dos desejos e dos impulsos instintivos, tem em consideração a totalidade da tua dimensão Humana. Aquela que também pensa nos objectivos e nas consequências das tuas escolhas antes de agires. Aquela que vive o presente amando-te e amando todos os momentos da tua vida como verdadeiros actos de criação. Verás que assim as tuas escolhas serão sempre boas mesmo que de início te possam parecer restritivas ou sem sentido.

Não tens de te restringir ou absteres-te de nada apenas pensar e discernir com sabedoria o que é melhor para ti.

Para isso nunca te deves esquecer como és Amado. Amando-te e amando os outros torna-te no verdadeiro criador de todas as tuas obras.

Só assim co-criarás com Ele... Aquele que te AMA Incondicionalmente.

Fica bem.


(A Mónada)

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

O poder da Gratidão e do Amor... faz desaparecer os desejos


Uma vez em meditação senti uma emoção tão doce quanto firme e uma voz ecoou em minha mente, como que oriunda lá do mais fundo do meu coração. Levei bastante tempo a perceber que ela não era só para mim… Hoje resolvi-me a transcrevê-la para todos vós:

"Olá Amados Mestres!

Estou aqui para vos falar do poder da Gratidão e do Amor, e de assim se sentirem enquanto Seres de Luz encarnados. Estar encarnado é uma óptima oportunidade de poderem co-criar connosco, mas aí na fisicalidade, onde a vontade e as escolhas podem tomar formas densas e materiais.

Ser grato é viver sem desejo, pois sabem que tudo o que vos chega é abundância sempre que estiverem vivenciando o Amor emanado da vossa essência Divina.

Experimentem e sintam como exercício em próxima meditação e vejam em que se transforma o desejo quando enchem o vosso peito de AMOR.

E sintam-se sempre e eternamente amados por mim…"


E assim se foi…

Passei algumas semanas sem fazer este exercício… não sei porquê… sentia como se algo me bloqueasse. Umas vezes era porque me divertia a observar o fluxo dos meus pensamentos, outras, porque ficava mais atento às minhas emoções e a tentar entender a sua relação com os meus pensamentos, e ainda outras vezes a tentar descodificar os sinais do meu corpo.

Mas sempre que me lembrava do exercício havia algo que de imediato me distraia…

Mas um destes dias lá aconteceu…

Coloquei todos os meus desejos numa taça de cristal… depois fui mergulhando em mim e transportando Amor para o meu peito… e todos os desejos se foram esbatendo até desaparecem por completo.

Senti então que alguns não tinham qualquer significado… outros faziam parte do meu caminho e do meu propósito. Vivenciei-os à medida que se iam concretizando e senti-me imensamente grato pela vivência que me estava a ser proporcionada.

Quando aos poucos ia voltando à sala onde estava a meditar, a plenitude da realização foi tomando conta de mim. Dei pleno entendimento que só os desejos que me conduzem a uma consciência maior fazem de facto sentido. Só os desejos de cura de alma são de facto importantes.

Essa sensação de plenitude e de realização foi imensa e dos desejos que tinha colocado na taça não ficou nenhum. Com os desejos foram também as ansiedades e senti-me Pleno e Livre.

Agradeço agora ao mestre que me proporcionou vivenciar este exercício. Foi uma imensa prova de amor incondicional por mim e por todos os que agora lêem este meu relato.

Também dei entendimento que era o meu Ego que precisava de muitos destes desejos sem significado, como se tratassem de adornos do meu Ser… e que por isso fez tudo para evitar que eles desaparecessem. O Ego precisa deles, pois vive das emoções que lhes estão associadas para se afirmar. E tal só continuará a acontecer enquanto não se fundir em pleno com a minha Alma.

Convido-te a ti… Sim a ti…

Pois … Tu aí nesse computador que me estás a ler agora convido-te para experimentares também…

Em pleno processo de relaxamento visualiza-te a colocares os teus desejos numa taça de cristal. Se quiseres, podes até verbalizá-los, de preferência em poucas palavras. Enche o teu peito de AMOR e agora vê e sente o que lhes acontece…

Fica bem.

(A Mónada)

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Padrões Energéticos e os Vícios


"Vós já vistes pessoas embriagadas: os ziguezagues do seu andar estão também presentes no seu humor, que passa de um extremo a outro. Elas riem e depois choram; têm um ar de beatitude e depois de fúria; adormecem sobre a mesa ou partem tudo... Mas, na realidade, não é só o vinho que provoca a embriaguez, há pensamentos e sentimentos que se assemelham ao vinho: o ciúme, a cólera, os desejos sensuais, etc. Aqueles que são presa destes vinhos perdem-se nas brumas e nos vapores do plano astral, o seu procedimento e as suas decisões são pouco firmes.

Mas existe também uma embriaguez divina: o êxtase. E essa, pelo contrário, dá a visão clara, ilumina a consciência. Não é proibido embriagarmo-nos, foi Deus que inculcou esta necessidade no homem. Mas ele deve procurar a embriaguez no alto, na beleza, na luz, bebendo a água pura que jorra do cimo das montanhas espirituais. Bebei desta água e conhecereis uma embriaguez maravilhosa que vos dará o equilíbrio, a força e a clareza."

Mais um texto de Omraam Mikhaël Aïvanhov que nos serve de inspiração para comentarmos sobre as nossas vivências terrenas.

Como refere o autor não só com álcool se embriaga o ser humano. Também com os seus neurotransmissores o ser humano se pode viciar e ficar carente.

Isto quer dizer na prática que uma pessoa que na sua vivência tenha grande oscilações emocionais, fica viciada nas emissões de substâncias químicas produzidas pelas suas células nervosas. Tal como fica carente quando viciada em cocaína ou em outra qualquer droga.

Este simples fenómeno cientificamente provado, explica ao nível do nosso corpo e do nosso inconsciente que quando na nossa vida passamos por um período de fortes picos emocionais, de alguma forma ficamos viciados nessas mesmas emoções e tendencialmente procuramos mais vivências semelhantes, através dos nossos comportamentos e atitudes. Isto explica por exemplo todos aqueles que procuram desportos radicais, que ao ficarem viciados nas descargas de adrenalina, continuam procurando mais situações de risco.

De alguma forma esta é também a base fisiológica que explica a Lei da Atracção. Se nós nos viciamos a viver em sofrimento, então procuramos mais situações em que possamos sentir dor. Se nós nos viciamos em situações de violência de qualquer tipo, então procuramos situações extremas em que essa violência se pode desencadear.

Esta explicação fisiológica, da forma como o nosso corpo funciona, não nos pode servir de desculpa para não mudarmos a nossa vida. Tal como não serve de desculpa ao bêbado manter-se sempre embriagado ou ao fumador de tabaco continuar a consumir cigarros.

Deve antes dar-nos a base de reflexão de como podemos mudar a nossa realidade e projectar para o futuro uma vida mais calma e sadia… se de facto for essa a nossa escolha. Também, para aqueles que vivem permanentemente em sofrimento e dor ou em tristeza profunda, saibam que existe forma de sair dessa situação e por favor não continuem a sentirem-se vítimas das circunstâncias pois isso é uma imensa ilusão.

Tal como todos os viciados há que primeiro ganhar consciência da forma como se manifesta o vício em nós. Há que ter vontade e força de vontade para querer mudar e mudar.

Tal como vamos buscar e atrair situações de dor e sofrimento também podemos buscar situações de prazer e êxtase. Tudo depende da nossa mente e da forma como nos deixamos seduzir pela “droga” que nos vicia. No caso da viciação emocional, as drogas são neuropeptídeos que nós próprios produzimos em nosso corpo e por isso estão sempre disponíveis.

O que podemos então fazer para sair destes ciclos viciosos? – Perguntarão.

Basta de uma forma consciente procurarmos situações mais calma no domínio emocional. Sentir as emoções mas saber geri-las e ganhar consciência que mesmo depois da maior das adversidades há sempre novas oportunidades para uma vida melhor e reencontrar novos momentos de rara felicidade.

Ao acalmarmos a nossa mente e os nossos pensamentos vamos também reduzir a nossa carga emocional e por isso a nossa necessidade dessas “drogas” humanas.

É esta a caminhada que nos ensina o autor através da "embriaguez Divina" e do que ele nos revela. A meditação sistemática, as leituras, a música calma, o contacto com a Natureza, a redescoberta da beleza da vida, dos sabores, dos cheiros, da cor… são tudo processos de cura que nos levarão seguramente a outros níveis de consciência e ao bem-estar.

Está nas tuas mãos a escolha. O que preferes?

Não penses que não consegues… Começa já hoje e verás o milagre da mudança que vais operar na tua vida. Pois Deus ama imensamente todos os seus filhos e deseja incessantemente que eles atinjam a felicidade suprema de se assumirem como seu filhos muito amados.

Fiquem bem...

(A Mónada)

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

A Imaginação é mais poderosa do que a força de vontade


A Imaginação é mais poderosa do que a força de vontade.

Como exemplo disso imagina uma viga de ferro de 10 metros de comprido com cinco centímetros de largura (como por exemplo um carril de comboio) estendido no chão. Com certeza não terias grande dificuldade em andar por cima dessa viga.

Mas imagina agora como te sentiras se esta viga estivesse apoiada entre dois prédios bastante altos e tivesses de andar sobre ela. O mais certo é que tivesses medo de cair e que provavelmente até cairias mesmo, independentemente da força de vontade que empregasses para realizar a travessia. A viga afinal não mudou, e o que era antes fácil, agora pelo simples facto de imaginares como seria utilizá-la para a atravessar de um prédio para o outro, no mínimo, o medo levar-te-ia a estados de ansiedade e de desequilíbrio que tornaria esta tarefa muito complicada.

O cérebro não distingue entre aquilo que os olhos vêm e o que a imaginação ou a visualização criativa pode produzir. São disparadas exatamente as mesmas sinapses, quer num caso como no outro. Para discernir a diferença precisamos de utilizar a razão que faz com que acreditemos mais nos olhos do que na imaginação. Afinal é assim que funcionam todos os dispositivos e divertimentos de Realidade Virtual.

No entanto, ambos os circuitos nervosos permitem o processo cognitivo de aprendizagem, sendo ambos igualmente eficazes na construção das redes cerebrais que constituem as nossas memórias.

Ora a visualização criativa não é mais do que um sonho consciente que permite reprogramar a mente.

Se quiseres mudar a tua vida e tornares-te mais feliz há que saber utilizá-la. Quando visualizas pode imaginar tudo aquilo que quiseres sem qualquer restrição. Ao fazê-lo permitirás predispor-te a realizar tudo o que vivenciaste através da tua imaginação.

Esta técnica é também hoje muito usada em atletas de alta competição que treinam a mente por via da imaginação e da visualização para que, quando tiverem de efetuarem a sua competição, tudo esteja devidamente coordenado entre a força muscular e o sincronismo dos movimentos a efetuar, para que o desempenho seja o mais elevado possível.

Por isso, se queres mudar a tua vida, cria nítidos filmes mentais, fantasias nas quais percebes tudo o que está a acontecer – as tuas emoções e reações aos outros que observam a tua vitória e o teu sucesso, tal e qual como quiseres que aconteçam. Visualiza o teu objetivo já como um fato consumado. Só assim o teu subconsciente o entenderá perfeitamente e poderá começar a manipular todas as circunstâncias que finalmente farão com que ele se manifeste.

Na prática este simples exercício permite-te estender o teu poder mental, pela utilização de outras áreas do teu cérebro que normalmente não utilizas ou que apenas as utilizas quando estás a dormir e a sonhar. Os sonhos são processos de visualização criativa que se desenrolam de forma inconsciente e por isso sem o teu controlo.

Mas toma bem atenção, a Meditação Transcendental usa exatamente as mesmas ligações cerebrais de forma a permitir a fusão da Mente com Alma. Por isso, também podes usar a mesma técnica para viveres uma vida plena de propósito, em plena comunhão com a tua essência Divina, e sentires-te por isso sempre muito reconhecido e Amado.

Fica bem...


(A Mónada)

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

O Silêncio e a Manifestação da ALMA

Hoje sinto que vos devo falar no controlo da mente e da ligação à nossa Alma, o qual só é conseguido através da disciplina quotidiana na prática do silêncio, estando muito presente e focado.


Mas que silêncio é este?

Um Ser é constituído por diversos corpos sem os quais dificilmente se poderia expressar no mundo físico que nos rodeia. Aqueles que todos nós rapidamente nos damos conta e com os quais mais facilmente nos identificamos são:

O Corpo físico – aquele com o qual nos expressamos nas três dimensões espaciais, constituído essencialmente por água e carbono;


O Corpo emocional – com o qual exprimimos os nossos sentimentos e condicionamos muitos dos nossos comportamentos e atitudes;


O Corpos mental – com o qual construímos a razão e controlamos os outros dois corpos anteriores.

Quando nos perguntamos: Quem sou eu? Muitas vezes referenciamo-nos através dos atributos deste três corpos e ao fazê-lo normalmente conseguimos identificar a nossa personalidade, nas não completamente o nosso ser – no fundo o tal EGO que é apenas uma imagem de síntese dos nossos papeis que representamos na nossa vida.

Mas subtilmente existe algo que só nos damos conta quando conseguimos aquietar a nossa mente e o fluxo continuado de pensamento egoicos. A este corpo subtil que alberga a nossa essência espiritual, designamos normalmente por ALMA.

A nossa Alma é assim esta presença, o observador de nós próprios que se constitui na vacuidade dos nosso pensamentos, que não critica, não julga e não objecta, e que é o agora da nossa existência, sem ter uma dimensão espacial e temporal.

Aprender a viver com ela, intimamente ligados e vivenciando a vida, leva-nos a uma característica de estar e ser, com três atributos essenciais que são: a doçura, a candura e a elegância.




O alinhamento dos três corpos mais evidentes com a Alma é uma prática que só será possível através do silêncio, da vacuidade e com a acalmia dos nossos pensamentos. Não basta fazer o silêncio sonoro ou se quiserem a ausência de som externo. Temos mesmo de procurar não pensar… de provocar o nosso silêncio interior. É deste silêncio que vos falo.

Experimentem já hoje, apenas durante alguns segundos. Se quiserem usem uma música relaxante. Experimentem no dia-a-dia também a contenção verbal. Vão ver que aos poucos vai emergindo… bem lá do fundo do corpo… o sentir da ALMA. De início só durante pouco tempo e muito escassas vezes mas aos poucos e poucos vai ficando cada vez mais presente.


Este silêncio, se praticado disciplinadamente, aos pouco vai dar lugar a que o mecanismo intuitivo comece a desenvolver-se e assim vão-se revelando novos dons, novas sensações e mudanças profundas começarão a emergir na nossa realidade.

Estas mudanças irão revelar novas descobertas sobre nós mesmos e devo dizer-vos que é deslumbrante e maravilhoso o que nós somos na dimensão da LUZ e do AMOR.

Vivam cada vez mais com a ALMA e viverão em AMOR e PAZ.


Fiquem bem.


(A Mónada)