quarta-feira, 25 de março de 2009

O ser humano deve passar da competição à cooperação.


A mensagem que ontem vos deixei começava assim...

"Eu Sou Mikael, príncipe regente e da Milícia Celeste. Recebam a paz, amor, bençãos e saudações.

Como sabem, este ano é o ano da grande purificação. Entrareis num lapso muito curto de tempo, já não é o início da minha manifestação, mas sim a realidade da minha manifestação.

Venho para purificar o que é necessário.

O ser humano deve passar da competição à cooperação.

A dualidade nem sempre foi sinónima nesta dimensão, de concorrência. A vida, a vossa vida na dimensão física e espiritual, não poderia existir sem a cooperação. No entanto, as forças que vos governam, e que aceitais de boa vontade ou contra a vossa vontade (e que não param de escravizar-vos, de querer intimidar-vos, de querer privar-vos da vossa liberdade), vão agora descobrir que, após 6000 anos de governo de servidão, vós PASSAREIS A ESTAR SOB O GOVERNO DE DEUS.

O inevitável e inexorável dos eventos que sois chamados a viver, individual e colectivamente, são, repito, inevitáveis.

Eles reflectem a transição da dualidade para a unidade, a transição da competição para a cooperação.

Acreditem que, para além das aparências do que vêem e do que sentis, essa não é a realidade. A verdade vai mais além. Vou tentar, no entanto, traduzir o seu sentido.

A verdade é a Unidade. Verdade é a LUZ.

Não obstante, o que permite a eclosão e a revelação da Luz (que irá identificar o vosso absoluto despertar para a realidade e para a verdade do que Sois), só pode manifestar-se através do que é conhecido como humanos encarnados, como a destruição.

Mas a destruição não é um fim em si mesmo.

A destruição permite encontrar os valores mais ocultos dos seres humanos, os mais nobres, a fim de que esses possam, tanto a nível individual como colectivamente, emergir, compreender e ser experienciadas.

O espírito de pertença a um grupo, família, país, homem ou mulher, deve dar lugar à cooperação. Cooperação não conhece o conceito de raça, família, dualidade.

A COOPERAÇÃO É A VERDADE.

Que cooperação?

A cooperação é um dom e revela-se quando a competitividade é aniquilada pela destruição.

Mas esta destruição, não é uma destruição qualquer, vejam-na antes como uma des-contrução para depois existir uma re-construção. Construir a vossa eternidade requer destruir vosso lado efémero, as lutas de poder, as lutas relacionadas com a economia, as lutas relacionadas com o dinheiro, as lutas relacionadas com a família, que impede, por definição, o princípio da cooperação..."

"Amados filhos da Luz, amados filhos de Mãe/Pai, trago-vos agora toda a minha força, a minha protecção e meu amor e eu digo bem-vindos à vossa eternidade."

... Efusão de energia, ... Mikael

Amanhã continuaremos com mais ensinamentos desta canalização de Mikael...

Até lá...

Fiquem bem

(A Mónada)

4 comentários:

Salamandra disse...

maravilhoso
amanhã aqui estarei se Deus quiser para continuar a seguir esta canalização.
beijinho
Salamandra

Patrícia disse...

gosto muito deste espaço de luz!!!sinto-me em casa!...

A Mónada disse...

Obg pelas vossas palavras Salamandra e Patrícia. Estou certo que todas as nossas dimensões e a nossa hierarquia espiritual rejubila com as viagens que todos juntos fazemos.

Bem hajam por aqui continuarem connosco.

Um GRANDE ABRAÇO DE LUZ...

MARLIZ e (A Mónada)

Prof. Lucas disse...

No mês de fevereiro, publiquei um artigo econômica na revista Idéias em Curitiba, falando sobre a cooperação econômica mundial entre as nações. Lord Michael está corretíssimo: sem cooperação não há solução. Anexo o texto:

Revista Idéias, fevereior de 2009.
Se não houver cooperação mundial a economia não vai funcionar: Nem aqui nem na China

Lucas Lautert Dezordi
Economista e professor Adjunto do Centro Universitário UNIFAE.
ldezordi@fae.edu

A cada dia que passa, fica mais evidente que os mecanismos do mercado financeiro internacional, por si só, não vão conseguir restabelecer a dinâmica do crédito necessária para uma recuperação da economia mundial. Neste sentido, muitos economistas estão defendendo atuações mais fortes do governo brasileiro, com programas de investimentos e políticas monetárias que venham ativar o crédito interno de nossa economia. Contudo, essas políticas: de ampliação no prazo do recolhimento do compulsório e queda na taxa de juros; liberação de recursos para construção habitacional por parte da Caixa Econômica Federal; queda no IPI dos automóveis; e uma possível ampliação dos investimentos governamentais irão estabilizar parcialmente o nível de atividade econômica no Brasil. Isto é, a economia nacional irá crescer em 2009, mas com uma forte restrição externa.
O problema central da crise financeira mundial está em grande medida nas relações econômicas internacionais da China com o resto do mundo e em especial com os Estados Unidos seu maior parceiro comercial. O acúmulo de mais de US$ 1,8 trilhão de reservas internacionais pelo banco central da China foi obtido em grande medida por uma política artificial de manutenção da taxa de câmbio yuan em relação ao dólar norte-americano extremamente desvalorizado, estimulando o aumento nas exportações chinesas no mundo. Nos últimos cinco anos, as exportações cresceram em média 31% ao ano, em valores monetários fazendo com que o setor externo contribuísse com 21,5% do crescimento do PIB em 2007 que foi de 11,9%. Estimo que, neste ano, a economia cresceu 7,1% acima de sua tendência de longo prazo e convido o leitor para a seguinte análise na composição do PIB pela ótica da demanda agregada em dois períodos não muito distantes.
Em 1996, a economia chinesa apresentava as seguintes variáveis em porcentagem do PIB: o consumo das famílias representava 45,8%; gasto do governo 13,4%; formação bruta de capital fixo (compra de máquinas e equipamentos) 32,4%; formação de estoques de 6,4% e exportações líquidas de bens e serviços de 2%. Neste ano a abertura comercial (exportações + importações) em relação ao PIB foi de 32,5%. A economia crescia em média 10% ao ano e, após as crises da Ásia e Russa, a economia passou a crescer por dois anos consecutivos a uma taxa de aproximadamente 7,5% ao ano.
Em 2006, dados revisados mais recentes, a situação da economia asiática apresentava uma composição diferente. As variáveis em porcentagem do PIB mostravam a seguinte configuração: consumo das famílias 36,2%; gasto do governo 13,7%; formação bruta de capital fixo 40,8%; formação de estoques de 1,8% e exportações líquidas de bens e serviços de 7,5%. Neste ano, a abertura comercial (exportações + importações) em relação ao PIB foi de 63,7%. A economia está bem mais aberta e consequentemente muito mais acelerada do que há 10 anos.
A crise Americana de crédito, as recessões na Alemanha e no Japão estão desaquecendo rapidamente o comércio mundial e a China poderá registrar por pelo menos três anos consecutivos um crescimento do PIB de aproximadamente 7% ao ano. Em virtude dessas preocupações, o governo lançou um programa de expansão de gastos em infra-estrutura equivalente a US$ 586 bilhões, para ser usado até 2010 para impulsionar a demanda doméstica. Os gastos são expressivos e representam 17,3% do PIB, ou um gasto adicional anual de 8,6% que aliado à queda na taxa de juros irão amenizar a contração da atividade produtiva.
Porém, cabe ressaltar que essas políticas fiscais e monetárias expansionistas devem ser implementadas por um programa que intensifique as mudanças na administração da taxa de câmbio, com a finalidade de tornar o yuan uma moeda mais valorizada em relação aos seus grandes parceiros comerciais. Com isso, defendo uma política fiscal expansionista na economia asiática que venha gerar déficit em transações correntes. Com relação ao programa de expansão fiscal do novo governo de Obama, acredito que não será suficiente para restabelecer as fontes de crescimento mundiais, pois o efeito sobre o consumo doméstico será minimizado pelo elevado endividamento das famílias norte-americanas e os déficits externos em transações correntes irão se aprofundar tornando o comércio mundial mais desequilibrado e instável. Neste sentido, uma valorização da moeda chinesa aliado a uma política fiscal fortemente expansionista estimularão as importações chinesas dos produtos americanos e, assim, reativando o aparelho produtivo dos EUA. Se a China fizer isso, ela cresce. E, os Estados Unidos também.
Efetivamente, a economia mundial só irá crescer com um comércio internacional equilibrado e a economia chinesa deve deixar a sua taxa de câmbio flutuar para reativar o aparelho produtivo norte-americano e, assim, permitir que os mecanismos do mercado internacionais funcionem.