Encontro este texto e transcrevo para aqui:
"Ego ou Eu é... a parte mais superficial do indivíduo, a qual, modificada e tornada consciente, tem por funções a comprovação da realidade e a aceitação, mediante selecção e controle, de parte dos desejos e exigências procedentes dos impulsos que emanam do indivíduo...
O ego, diz Freud é "um pobre coitado", estando reprimido entre três escravidões: os desejos insaciáveis, a severidade repressiva do superego e os perigos do mundo exterior. Por esse motivo, a forma fundamental da existência para o ego é a angústia...
Cabe ao ego encontrar caminhos para a angústia existencial. Estamos entre o limite do prazer(que não conhece limites) e o princípio da realidade (que nos impõem limites externos e internos)." Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre na Web.
"Ego ou Eu é... a parte mais superficial do indivíduo, a qual, modificada e tornada consciente, tem por funções a comprovação da realidade e a aceitação, mediante selecção e controle, de parte dos desejos e exigências procedentes dos impulsos que emanam do indivíduo...
O ego, diz Freud é "um pobre coitado", estando reprimido entre três escravidões: os desejos insaciáveis, a severidade repressiva do superego e os perigos do mundo exterior. Por esse motivo, a forma fundamental da existência para o ego é a angústia...
Cabe ao ego encontrar caminhos para a angústia existencial. Estamos entre o limite do prazer(que não conhece limites) e o princípio da realidade (que nos impõem limites externos e internos)." Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre na Web.
Ainda uma outra:
"Carl Jung diz que o ego é o responsável pelos nossos sentimentos de identidade e continuidade e, do ponto de vista da própria pessoa, é encarado como sendo o centro da personalidade. O Ego não foi produzido para seguir ilimitadamente os seus próprios impulsos arbitrários, e sim para ajudar a realizar, verdadeiramente, a totalidade da psique (A estrutura mental ou psíquica de um indivíduo. Jung considera-a equivalente ao self, que é a personalidade total).
Se, por exemplo, possuo algum dom artístico de que o meu ego não está consciente, este talento não se desenvolve e é como se fora inexistente. Assim como uma semente é uma árvore em potencial, se não houver uma força interna que faça essa semente germinar (dependendo de factores externos, também), e procurar com as raízes o solo macio, inclinar-se para o sol, etc. essa árvore não vai passar nunca de uma semente..." Fonte: do Blog – Aliciante http://aliciante.weblog.com.pt) publicado em 2004.
Por outras palavras vejo o Ego como o motor de uma carro… mas nada de confusões, não é o motor que guia o carro mas que o impulsiona… ainda que na maioria das vezes deixamos que seja este “motor” a conduzir a nossa vida.
Viver à custa do Ego faz-nos viver uma realidade que não existe.
Não se deixe guiar por ele mas sim pela sua essência. O Ego é importante sim! Mas no seu lugar próprio e como parte do "veículo" que nos transporta pelos caminhos da VIDA.
Voltarei a este assunto de imediato…
Entretanto, fiquem bem.
(A Mónada)
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